1 de set de 2009

dissertando

não posso esquecer
a forma de se pedir
a bênção da cura
não posso render
minhas barreiras e deixar
que toda essa bobagem me iluda

quero ficar longe da falsidade; da hipocrisia
quero poder ficar à vontade
ter a certeza de estar olhando
para olhos de verdade
e não máscaras de araque

algumas coisas já não têm tanta importância como antes
há certas coisas
que hoje são incertas, mudaram sob visão metamorfoseante
tem um ponto no meu campo
de luz ofuscante, tento persegui-lo
na busca por deixar a aura mais brilhante
na busca por amar
uma metade extasiante

deixo que o vento leve
beijos pensamentos e
fluido breve
peço que a minha brisa
sempre me conecte

a batalha com os próprios caprichos
olhe para o que há sobre seu ego,
veja se não há nada que não deveria ter aparecido
as maiores dores
os mais difíceis nós - tem raízes
dentro de nós, nos nós nas entranhas
da sensação humana
da concepção mundana

3 comentários:

  1. Desta linda poesia, uma frase marcou e guardei e vou continuar a usá-la:

    -"a batalha com os próprios caprichos..."

    Terrível minha amiga, realmente terrível!

    É o pior é que ninguém tem nada com isso.

    Então o cara fica, absolutamente, só.

    ResponderExcluir
  2. Desde mis --- HORAS ROTAS ---

    y --- AULA DE PAZ ----

    TE SIGO JE . comparto tu blog

    con un fuerte abrazo y

    Saludos cordiales de amistad:




    afectuosamente :
    JE

    jose

    ramon…

    ResponderExcluir

prezo muito as opiniões de todos, me alegram e inspiram a continuar passando a minha mensagem!